O Americano parece que saiu da mesmice,ou seja, deixou de buscar reforços nos pequenos do Rio e do Espírito Santo e foi correr o Brasil atrás de novas caras e jovens promessas.
Rafinha (CSA-AL),Leandro (Barueri-SP) Veloso (Gama-DF), Leonardo (Mogi-Mirim-SP), do Alex e Jefferson (Fortaleza-CE) e Luis Ricardo (Vila Nova-MG) são novidades no Parque Tamandaré e também no futebol do Rio de Janeiro.
Cipriano Alexandre indicou também Leandro Leite e João Carlos, que estiveram no Goytacaz e cumpriram ótimo papel durante a Segunda Divisão do Rio. Acerta a contratação de ambos.
O volante Dudé, ex-Sport Recife, já está está em Campos e é mais uma cara diferente no alvinegro campista para 2010.
O elenco já está trabalhando em pré-temporada e dentro de alguns dias serão confirmados data e local dos treinamentos fora da cidade de Campos.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
MACAÉ ESPORTE NA COPA DO BRASIL
Enviado por Tiago Ferreira - Ascon Macaé Esporte
Mesmo sem confirmação oficial, o Macaé Esporte deve disputar, pela primeira vez, a Copa do Brasil em 2010. Como o Flamengo garantiu classificação para a Taça Libertadores da América, o Rio de Janeiro ganharia mais uma vaga para a segunda competição mais importante do país. Para cumprir o Estatuto do Torcedor, a CBF provavelmente divulgará a tabela da Copa do Brasil ainda neste mês de dezembro.
E os critérios para o preenchimento das vagas são bastante confusos. Neste ano, o estado teve cinco representantes: Flamengo e Americano se classificaram por terem conquistado o Carioca e a Copa Rio de 2008, respectivamente. Já Vasco, Fluminense e Botafogo garantiram vaga pelo Ranking Nacional dos Clubes (RNC). Cruzmaltinos, tricolores e alvinegros ocupam a primeira, terceira e quarta posições do Rio de Janeiro no ranking.
Para 2010, as vagas devem ser preenchidas da seguinte forma. O Tigres do Brasil, campeão da Copa Rio deste ano, já tem vaga assegurada. O Flamengo, campeão Estadual de 2009, também estaria classificado. Mas, como quem disputa a Libertadores não participa da Copa do Brasil, a vaga seria herdada pelo Macaé, quinto colocado no Carioca. E Vasco, Fluminense e Botafogo se classificariam pelo mesmo critério deste ano. Ou seja, pelo Ranking Nacional de Clubes.
Na última semana, durante visita às obras do Estádio Cláudio Moacyr de Azevedo, o presidente da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj), Dr. Rubens Lopes da Costa Filho, praticamente confirmou a presença do Macaé Esporte na competição. “Como o Flamengo foi o campeão Estadual, acredito que a vaga ficará com o quinto colocado do Estadual”, afirmou, na ocasião, o dirigente.
- Se confirmada, a vaga para a Copa do Brasil vem premiar uma temporada inesquecível para o Alvianil Praiano. Em 2009, além da quinta colocação no Carioca, o Macaé ficou em terceiro na Copa Rio e, no segundo semestre, sagrou-se vice-campeão Brasileiro da Série D. De quebra, os comandados do técnico Toninho Andrade conseguiram o acesso à Série C do Brasileiro.
- Queremos dar passos maiores em 2010. Até porque teremos calendário cheio, com Carioca, Copa Rio, Brasileiro e, quem sabe, a Copa do Brasil. Isto mostra a seriedade do nosso trabalho. E, diferentemente do que foi em 2009, jogaremos em casa na próxima temporada - explicou o presidente de honra do Macaé, Teodomiro Bittencourt Filho, o Mirinho.
Mesmo sem confirmação oficial, o Macaé Esporte deve disputar, pela primeira vez, a Copa do Brasil em 2010. Como o Flamengo garantiu classificação para a Taça Libertadores da América, o Rio de Janeiro ganharia mais uma vaga para a segunda competição mais importante do país. Para cumprir o Estatuto do Torcedor, a CBF provavelmente divulgará a tabela da Copa do Brasil ainda neste mês de dezembro.
E os critérios para o preenchimento das vagas são bastante confusos. Neste ano, o estado teve cinco representantes: Flamengo e Americano se classificaram por terem conquistado o Carioca e a Copa Rio de 2008, respectivamente. Já Vasco, Fluminense e Botafogo garantiram vaga pelo Ranking Nacional dos Clubes (RNC). Cruzmaltinos, tricolores e alvinegros ocupam a primeira, terceira e quarta posições do Rio de Janeiro no ranking.
Para 2010, as vagas devem ser preenchidas da seguinte forma. O Tigres do Brasil, campeão da Copa Rio deste ano, já tem vaga assegurada. O Flamengo, campeão Estadual de 2009, também estaria classificado. Mas, como quem disputa a Libertadores não participa da Copa do Brasil, a vaga seria herdada pelo Macaé, quinto colocado no Carioca. E Vasco, Fluminense e Botafogo se classificariam pelo mesmo critério deste ano. Ou seja, pelo Ranking Nacional de Clubes.
Na última semana, durante visita às obras do Estádio Cláudio Moacyr de Azevedo, o presidente da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj), Dr. Rubens Lopes da Costa Filho, praticamente confirmou a presença do Macaé Esporte na competição. “Como o Flamengo foi o campeão Estadual, acredito que a vaga ficará com o quinto colocado do Estadual”, afirmou, na ocasião, o dirigente.
- Se confirmada, a vaga para a Copa do Brasil vem premiar uma temporada inesquecível para o Alvianil Praiano. Em 2009, além da quinta colocação no Carioca, o Macaé ficou em terceiro na Copa Rio e, no segundo semestre, sagrou-se vice-campeão Brasileiro da Série D. De quebra, os comandados do técnico Toninho Andrade conseguiram o acesso à Série C do Brasileiro.
- Queremos dar passos maiores em 2010. Até porque teremos calendário cheio, com Carioca, Copa Rio, Brasileiro e, quem sabe, a Copa do Brasil. Isto mostra a seriedade do nosso trabalho. E, diferentemente do que foi em 2009, jogaremos em casa na próxima temporada - explicou o presidente de honra do Macaé, Teodomiro Bittencourt Filho, o Mirinho.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
TERCEIRA CHEGA AO FIM: SAMPAIO CAMPEÃO
O Sampaio Correia é o novo integrante da Segunda Divisão do Rio após uma vitória fácil sobre o Fenix, em Araruama, por 3x1. O time de Saquarema havia vencido a primeira da final, 3x0, na casa do adversário e neste domingo jogava por um simples empate para levantar o caneco.
As duas equipes finalistas, Sampaio e Fênix, estão promovidas a segunda divisão do futebol do Rio de Janeiro e o Rio das Ostras, que empatou novamente em 0x0 com o Castelo Branco, ganhou o direito de jogar a segundona na decisão por pênaltis.
As duas equipes finalistas, Sampaio e Fênix, estão promovidas a segunda divisão do futebol do Rio de Janeiro e o Rio das Ostras, que empatou novamente em 0x0 com o Castelo Branco, ganhou o direito de jogar a segundona na decisão por pênaltis.
sábado, 28 de novembro de 2009
CRÔNICA DE UM SONHO ALVIANIL
O dia começou nublado. O céu encoberto dava a impressão de que a chuva chegaria a tarde, bem na hora do jogo do Goytacaz, em Quissamã, quando o alvianil jogaria para sair de uma fila de dezessete anos. O azul aos poucos foi aparecendo no céu e nas ruas da cidade de Campos, onde torcedores faziam uma corrente na cor do céu e envergava com orgulho a camisa azul do Goytacaz FC.
Alguns seguiram para Quissamã, a pequena capacidade do Estádio Carneirão frustrou uma grande massa de pegar a BR 101 para ver de perto a tão sonhada classificação alvianil para a elite do futebol do Rio de Janeiro. Muitos ficaram por aqui, nas proximidades do Arisão, onde o som dos rádios eram amplificados nos bares e arredores da Rua do Gás, confiantes em um final feliz por volta das 18h deste sábado.
O celular fazia o contato com a Rua Bariri, onde o Olaria enfrentava o Riostrense e o serviço de “secagem” estava em evolução, diziam, pelos cantos, que o “trabalho’ estava feito e o Olaria estava amarrado de todos os lados. O Goytacaz precisava fazer a sua parte já que lá na Bariri a bola não entraria, juravam os “bruxos’ alvianis.
Cerveja, suor e muita tensão nas calçadas e nas meses dos bares e no Arisão, onde a torcida explodiu, pela primeira vez, aos 17’ do primeiro tempo, quando Robson mandou para as redes do Quissamã e abriu o placar para o Goytacaz. Era tudo que sonhava o torcedor, que conferia tempo e placar na Rua Bariri. Naquele momento tudo andava como combinado: Empate lá e vitória em Quissamã e o Goytacaz estava com um pé na elite do Rio.
Após o tempo técnico o time se perdeu. Paulo Henrique mandou forçar jogo pelo lado esquerdo da defesa campista, onde Flávio Medina estava tendo dificuldades com a sua improvisação como ala esquerdo, e por ali passou a jogar o Quissamã, que chegou ao gol de empate aos 23’,com Fabrício, e a virada, aos 37’, com Clayton, e o silêncio foi emocionante no entorno do Arisão.
Lágrimas, lamentos, promessas por uma virada e orações para todos os santos. A comoção só não era maior do que a esperança, afinal lá na Rua Bariri o empate entre Olaria e Riostrense dava a expectativa de que tudo poderia se modificar na segunda etapa, o Goytacaz jogava bem, mas o Quissamã chegava ao terceiro gol, mas ficou no susto porque Clayton cometeu falta e a bola apenas chegou nas redes e não no placar do Carneirão, que teimava em marcar 2x1 para os donos da casa.
Quem pode dar uma chegada nas igrejas dos santos das causas perdidas, no intervalo do jogo, foi lá e acendeu a vela e deixou sua promessa. O céu ainda estava azul, as figas eram feitas, os dedos estavam cruzados, qualquer mandinga valia naquele momento, e as orações continuavam em evidência. No Armazém do Lenilson o rádio reinava sozinho no salão silencioso, alvinegros e alvianis se misturavam e a força da união, que pelo menos era prometida por alguns, era levado a sério pelos amigos de mesa e cerveja deste sábado.
O segundo tempo começou e o som do rádio foi aumentado e a atenção foi redobrada. Ligações a todo momento para Rua Bariri, onde alguém de Campos foi descoberto por torcedores de azul, mas bastou a presença de Schneider, no lugar de Neylor, para que alguém gritasse lá do canto do armazém: “Entrou a avenida”.
A avenida realmente foi inaugurada logo na primeira descida do Quissamã, pelo lado esquerdo, onde entrou Schneider, e aos 2’ Danilo foi servido e de bate pronto mandou sem defesa para o goleiro Erivélton e aumentou o placar para 3x1 para o Quissamã e uma silencio sepulcral se fez “ouvir’ em todo quarteirão da Rua do Gás.
O sonho estava no fim e os planos, para 2010 começavam a ser feitos por estes apaixonados torcedores alvianis, que prometem fidelidade até a morte, porém, tem sempre um porém, gostaria de ver muita coisa ser mudada em todos os setores do clube. “Limpeza geral”, pedem estes “loucos pelo Goytacaz”.
E o pior estava por ser anunciado, por volta dos 15’ do primeiro tempo, o gol do Riostrense sobre o Olaria, na Rua Bariri. O time de Rio das Ostras cumpria o prometido e fazia sua parte. Enquanto isto, no Carneirão, o time alvianil sofria uma derrota inapelável.
Daí prá frente desespero em campo, desespero nas arquibancadas, choro nas imediações do Arisão, tristeza em toda a cidade de Campos. “Jamais teremos outra chance como esta, estava muito fácil e, mais uma vez, o Goytacaz perdeu dentro do Arisão”, desabafa Jenílson, que vestia uma camisa desbotada e “com cheiro de título”, segundo ele.
O sonho acabou quando o plantão da emissora anunciava o segundo gol do Olaria, na rua Bariri e Danilo, aos 24’ Danilo marcava o quarto gol do Quissamã e decretava a goleada humilhante. O rádio foi desligado no armazém e a TV era ligada para ver a despedida do Vasco na Série B do Brasileiro.
No Estádio Carneirão as vaias, as broncas, os protestos, por parte da torcida campista eram destacados pelos companheiros do rádio e por aqui, no quarteirão do Arisão, fogos explodiam pelos céus, ainda nesta altura já não tão azul como a duas horas atrás.
As lágrimas foram enxugadas, a camisa foi guardada e a esperança se transfere para o ano de 2010, quando todos esperam um novo ciclo e não se confirme os boatos que assolam o Arisão: “O Goyta vai pedir licença em 2010”. Não acredito. Será?
Alguns seguiram para Quissamã, a pequena capacidade do Estádio Carneirão frustrou uma grande massa de pegar a BR 101 para ver de perto a tão sonhada classificação alvianil para a elite do futebol do Rio de Janeiro. Muitos ficaram por aqui, nas proximidades do Arisão, onde o som dos rádios eram amplificados nos bares e arredores da Rua do Gás, confiantes em um final feliz por volta das 18h deste sábado.
O celular fazia o contato com a Rua Bariri, onde o Olaria enfrentava o Riostrense e o serviço de “secagem” estava em evolução, diziam, pelos cantos, que o “trabalho’ estava feito e o Olaria estava amarrado de todos os lados. O Goytacaz precisava fazer a sua parte já que lá na Bariri a bola não entraria, juravam os “bruxos’ alvianis.
Cerveja, suor e muita tensão nas calçadas e nas meses dos bares e no Arisão, onde a torcida explodiu, pela primeira vez, aos 17’ do primeiro tempo, quando Robson mandou para as redes do Quissamã e abriu o placar para o Goytacaz. Era tudo que sonhava o torcedor, que conferia tempo e placar na Rua Bariri. Naquele momento tudo andava como combinado: Empate lá e vitória em Quissamã e o Goytacaz estava com um pé na elite do Rio.
Após o tempo técnico o time se perdeu. Paulo Henrique mandou forçar jogo pelo lado esquerdo da defesa campista, onde Flávio Medina estava tendo dificuldades com a sua improvisação como ala esquerdo, e por ali passou a jogar o Quissamã, que chegou ao gol de empate aos 23’,com Fabrício, e a virada, aos 37’, com Clayton, e o silêncio foi emocionante no entorno do Arisão.
Lágrimas, lamentos, promessas por uma virada e orações para todos os santos. A comoção só não era maior do que a esperança, afinal lá na Rua Bariri o empate entre Olaria e Riostrense dava a expectativa de que tudo poderia se modificar na segunda etapa, o Goytacaz jogava bem, mas o Quissamã chegava ao terceiro gol, mas ficou no susto porque Clayton cometeu falta e a bola apenas chegou nas redes e não no placar do Carneirão, que teimava em marcar 2x1 para os donos da casa.
Quem pode dar uma chegada nas igrejas dos santos das causas perdidas, no intervalo do jogo, foi lá e acendeu a vela e deixou sua promessa. O céu ainda estava azul, as figas eram feitas, os dedos estavam cruzados, qualquer mandinga valia naquele momento, e as orações continuavam em evidência. No Armazém do Lenilson o rádio reinava sozinho no salão silencioso, alvinegros e alvianis se misturavam e a força da união, que pelo menos era prometida por alguns, era levado a sério pelos amigos de mesa e cerveja deste sábado.
O segundo tempo começou e o som do rádio foi aumentado e a atenção foi redobrada. Ligações a todo momento para Rua Bariri, onde alguém de Campos foi descoberto por torcedores de azul, mas bastou a presença de Schneider, no lugar de Neylor, para que alguém gritasse lá do canto do armazém: “Entrou a avenida”.
A avenida realmente foi inaugurada logo na primeira descida do Quissamã, pelo lado esquerdo, onde entrou Schneider, e aos 2’ Danilo foi servido e de bate pronto mandou sem defesa para o goleiro Erivélton e aumentou o placar para 3x1 para o Quissamã e uma silencio sepulcral se fez “ouvir’ em todo quarteirão da Rua do Gás.
O sonho estava no fim e os planos, para 2010 começavam a ser feitos por estes apaixonados torcedores alvianis, que prometem fidelidade até a morte, porém, tem sempre um porém, gostaria de ver muita coisa ser mudada em todos os setores do clube. “Limpeza geral”, pedem estes “loucos pelo Goytacaz”.
E o pior estava por ser anunciado, por volta dos 15’ do primeiro tempo, o gol do Riostrense sobre o Olaria, na Rua Bariri. O time de Rio das Ostras cumpria o prometido e fazia sua parte. Enquanto isto, no Carneirão, o time alvianil sofria uma derrota inapelável.
Daí prá frente desespero em campo, desespero nas arquibancadas, choro nas imediações do Arisão, tristeza em toda a cidade de Campos. “Jamais teremos outra chance como esta, estava muito fácil e, mais uma vez, o Goytacaz perdeu dentro do Arisão”, desabafa Jenílson, que vestia uma camisa desbotada e “com cheiro de título”, segundo ele.
O sonho acabou quando o plantão da emissora anunciava o segundo gol do Olaria, na rua Bariri e Danilo, aos 24’ Danilo marcava o quarto gol do Quissamã e decretava a goleada humilhante. O rádio foi desligado no armazém e a TV era ligada para ver a despedida do Vasco na Série B do Brasileiro.
No Estádio Carneirão as vaias, as broncas, os protestos, por parte da torcida campista eram destacados pelos companheiros do rádio e por aqui, no quarteirão do Arisão, fogos explodiam pelos céus, ainda nesta altura já não tão azul como a duas horas atrás.
As lágrimas foram enxugadas, a camisa foi guardada e a esperança se transfere para o ano de 2010, quando todos esperam um novo ciclo e não se confirme os boatos que assolam o Arisão: “O Goyta vai pedir licença em 2010”. Não acredito. Será?
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HOJE É DIA DE VESTIR AZUL
A música é da década de 60 e o intérprete era um dos bambas da MPB da época e a letra, simples, cantada por Wilson Simonal,falava que ao vestir azul a sorte mudaria. “Vesti azul, minha sorte então mudou”, é o refrão e a parte mais conhecida da musica e que hoje será o tema da vitória do Goytacaz FC neste último capítulo de uma novela, que se arrasta há dezessete anos.
No acanhado estádio Carneirão, em Quissamã cabem apenas 300 torcedores e por isto não há como a torcida invadir a cidade para uma possível festa. Há de se respeitar o espaço do vizinho amigo e fazer a grande corrente contra o outro que veste azul, o Olaria, que joga em casa, contra o instável Riostrense, precisando de uma vitória simples para chegar ao objetivo, voltar a Primeira Divisão do Rio.
Tudo sobre o Goytacaz e sua missão já foi falado durante a competição, hoje é apenas o desfecho daquilo que foi plantado. Alguns erros, como contratações equivocadas, alguns acertos, como pagamento em dia, e várias frustrações ao longo do campeonato. Tudo isto dever ser contabilizado e amortizado em uma conta bem longe dos jogadores e a torcida cabe a parte principal: Confiar, sempre.
O que espera o torcedor para hoje? Uma resposta simples e objetiva seria “vamos subir”, mas o alvianil está ressabiado e sabe que não depende única e exclusivamente do bom ou do mal futebol de seu time, o acesso depende do que fizer o Riostrense na Rua Bariri, em jogo que deveria ter fiscalização de membros da diretoria do Goytacaz FC, pois haverá aquela pressão que todos estão acostumados a ver na segundona e o árbitro é um velho conhecido de todos na Rua do Gás.
O presidente do aliado diz que vai para Bariri disposto a vingar aquela “lambança’ do turno, quando o Riostrense se retirou do gramado, aos 44’ do segundo tempo, indignado com a marcação de uma penalidade máxima, inexistente, fato que gerou revolta na cidade e no meio esportivo de todo interior fluminense, que mais uma vez se vê prejudicado por atos ilícitos da gente da capital do estado.
Olhem os jornais de hoje e tentem descobrir se o interior existe para estes veículos. O Lance, um dos principais jornais esportivos do país, abre manchete, na página 24, e diz: “Dia de decisão para o Olaria”, e na matéria sobre o jogo contra o Riostrense apenas diz, de passagem, que um tropeço coloca o Goytacaz em boa situação.
O Olaria jogará desfalcado, o treinador Amilton Oliveira não terá cindo titulares para a partida desta tarde, na Bariri, e isto motiva ainda mais o torcedor campista, que sabe que um tropeço em Quissamã, que seja um empate, decretará a permanência na fila por mais uma temporada.
O Goytacaz também terá desfalque, mas isto é rotina na passagem de Dario Lourenço no clube, ele não repetiu uma vez sequer um time durante este estadual e sempre com inovações ou invenções, que custaram caro e os pontos perdidos, em casa, nesta reta final, são lamentados no Arisão.
Hoje é dia de vestir azul e o azul e Nonato Buzar, na década de 60, falava sobre o assunto assim:
Estava na tristeza que dava dó
Vivia vagamente e andava só
Mas eis que de repente
Me apareceu um brotinho lindo
Que me convenceu...
Dizendo que eu devia
Vestir azul
Que azul é cor do céu
E seu olhar também
Então o seu pedido
Me incentivou...
No acanhado estádio Carneirão, em Quissamã cabem apenas 300 torcedores e por isto não há como a torcida invadir a cidade para uma possível festa. Há de se respeitar o espaço do vizinho amigo e fazer a grande corrente contra o outro que veste azul, o Olaria, que joga em casa, contra o instável Riostrense, precisando de uma vitória simples para chegar ao objetivo, voltar a Primeira Divisão do Rio.
Tudo sobre o Goytacaz e sua missão já foi falado durante a competição, hoje é apenas o desfecho daquilo que foi plantado. Alguns erros, como contratações equivocadas, alguns acertos, como pagamento em dia, e várias frustrações ao longo do campeonato. Tudo isto dever ser contabilizado e amortizado em uma conta bem longe dos jogadores e a torcida cabe a parte principal: Confiar, sempre.
O que espera o torcedor para hoje? Uma resposta simples e objetiva seria “vamos subir”, mas o alvianil está ressabiado e sabe que não depende única e exclusivamente do bom ou do mal futebol de seu time, o acesso depende do que fizer o Riostrense na Rua Bariri, em jogo que deveria ter fiscalização de membros da diretoria do Goytacaz FC, pois haverá aquela pressão que todos estão acostumados a ver na segundona e o árbitro é um velho conhecido de todos na Rua do Gás.
O presidente do aliado diz que vai para Bariri disposto a vingar aquela “lambança’ do turno, quando o Riostrense se retirou do gramado, aos 44’ do segundo tempo, indignado com a marcação de uma penalidade máxima, inexistente, fato que gerou revolta na cidade e no meio esportivo de todo interior fluminense, que mais uma vez se vê prejudicado por atos ilícitos da gente da capital do estado.
Olhem os jornais de hoje e tentem descobrir se o interior existe para estes veículos. O Lance, um dos principais jornais esportivos do país, abre manchete, na página 24, e diz: “Dia de decisão para o Olaria”, e na matéria sobre o jogo contra o Riostrense apenas diz, de passagem, que um tropeço coloca o Goytacaz em boa situação.
O Olaria jogará desfalcado, o treinador Amilton Oliveira não terá cindo titulares para a partida desta tarde, na Bariri, e isto motiva ainda mais o torcedor campista, que sabe que um tropeço em Quissamã, que seja um empate, decretará a permanência na fila por mais uma temporada.
O Goytacaz também terá desfalque, mas isto é rotina na passagem de Dario Lourenço no clube, ele não repetiu uma vez sequer um time durante este estadual e sempre com inovações ou invenções, que custaram caro e os pontos perdidos, em casa, nesta reta final, são lamentados no Arisão.
Hoje é dia de vestir azul e o azul e Nonato Buzar, na década de 60, falava sobre o assunto assim:
Estava na tristeza que dava dó
Vivia vagamente e andava só
Mas eis que de repente
Me apareceu um brotinho lindo
Que me convenceu...
Dizendo que eu devia
Vestir azul
Que azul é cor do céu
E seu olhar também
Então o seu pedido
Me incentivou...
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
TEM ÍNDIO NA BARIRI
Fiz a minha caminhada agora pela tarde, o sol estava quente demais pela manhã, e ao cruzar com o Paulo Carneiro, no Jardim São Benedito, por volta das cinco e meia, da tarde é claro, me lembrei que naquele momento a Ferj deveria estar realizando o sorteio dos árbitros para a última rodada da fase decisiva da Segunda Divisão do Rio.
Pensei com meus botões: A comissão de arbitragem irá escalar um árbitro Fifa no jogo do Goytacaz, em Quissamã, e mandar Edilson ou Luiz Antonio para Rua Bariri comandar Olaria x Riostrense. Este jogo tem a cara de um dos dois. Lembrei então que Edilson já pode ter parado, há algum tempo não aparece na escala e seu nome parece ter saído de cena, finalmente. Sobrou Luiz Antonio Silva Santos, o Índio, que sempre está nos jogos mais complicados para os times campistas.
Quando cheguei a casa e abri meu computador, para checar a Escala de Árbitros, sorteados sempre com 48h de antecedência, lá estava: Djalma Beltrame, ex-Fifa, no comandol de Quissamã x Goytacaz e, SURPRESA, Luiz Antonio Silva Santos, o Indio, com a responsabilidade de soprar o apito para Olaria x Riostrense. Coincidência? Não, apenas uma certeza. Gostaria de saber quem estava no sorteio, que não tem aparecido mais no site oficial da Ferj.
Pensei com meus botões: A comissão de arbitragem irá escalar um árbitro Fifa no jogo do Goytacaz, em Quissamã, e mandar Edilson ou Luiz Antonio para Rua Bariri comandar Olaria x Riostrense. Este jogo tem a cara de um dos dois. Lembrei então que Edilson já pode ter parado, há algum tempo não aparece na escala e seu nome parece ter saído de cena, finalmente. Sobrou Luiz Antonio Silva Santos, o Índio, que sempre está nos jogos mais complicados para os times campistas.
Quando cheguei a casa e abri meu computador, para checar a Escala de Árbitros, sorteados sempre com 48h de antecedência, lá estava: Djalma Beltrame, ex-Fifa, no comandol de Quissamã x Goytacaz e, SURPRESA, Luiz Antonio Silva Santos, o Indio, com a responsabilidade de soprar o apito para Olaria x Riostrense. Coincidência? Não, apenas uma certeza. Gostaria de saber quem estava no sorteio, que não tem aparecido mais no site oficial da Ferj.
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